DORSÉ

2018

Por Paulo Augusto e Marina Garcia

 

Quando o imóvel ao lado fechou, o Dorsé viu a oportunidade de crescer. Com o dobro da área, a principal diretriz, além de aumentar o número de lugares, era resgatar os conceitos explorados quando da abertura do restaurante. O nome Dorsé faz referência ao Museu D'Orsay de Paris, cujo estilo arquitetônico é também presente na Estação Ferroviária de BH, hoje Museu de Artes e Ofícios. A proposta para o layout foi de organizar as atividades funcionais no fundo do salão e destinar a fração posterior às mesas de atendimento, garantindo maior conexão com a rua e melhor proveito da vista da Praça da Estação. Um grande banco foi disposto no meio do salão, e a fachada ganhou grandes bancos que servem tanto para quem está sentado às mesas do restaurante quanto às pessoas que estão na calçada. A existente e tradicional parede de cerâmica branca foi mantida e a área técnica do restaurante foi marcada com um grande painel vermelho em chapa xadrez. Para tornar a área das mesas setorizada, os arcos diminuem virtualmente o salão e gera diferentes ambiências.

Fotos: Henrique Queiroga